Quando qualquer um - seja aonde for - estender a mão pedindo ajuda...
Quero que a mão de A. A. esteja sempre ali.
E por isto eu sou responsável.

NÃO SOU DIFERENTE

“No princípio, passaram-se quatro anos antes que A.A. conseguisse levar à sobriedade permanente, ainda que de uma única mulher alcoólica. Do mesmo modo daqueles "que atingiram o fundo do poço", as mulheres diziam que eram diferentes; ... Aquele que caía na sarjeta dizia que era diferente ... o mesmo diziam os artistas e os profissionais, os ricos e os pobres, os religiosos, os agnósticos, os índios e os esquimós, os veteranos e os prisioneiros ... hoje todos esses e muitos outros conversam sobriamente a respeito do quanto todos nós, alcoólicos somos iguais, quando finalmente admitimos que as coisas vão mal.”

Não posso considerar-me "diferente" em A.A.; se fizer isto, me isolo dos outros e do contato com meu Poder Superior. Se me sinto isolado em A.A. não são os outros responsáveis. É alguma coisa criada por sentir-me de algum modo "diferente".

Hoje pratico apenas ser mais um alcoólico na Irmandade mundial de Alcoólicos Anônimos.

Fonte: livro “Reflexões Diárias”.


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